Friday, June 02, 2006

É O FIM OU É O COMEÇO?


Não tem mais graça, na verdade nunca teve... todos fazem isso. Ficar criticando políticos... eles nem aparecem na TV. Só aparecem quando fazem merda e em horário eleitoral e só. Que graça tem falar de um fulano que ninguém conhece, que fica lá na assembléia ou qualquer outro inferninho roubando do povo? Ou coçando saco? Ou as duas coisas?

O contrário é o futebol. De que adianta falarmos de Ronaldinho Gaúcho, se todo mundo sabe tudo sobre ele? Todo mundo já sabe tudo... e a gente vai falar o que? Não podemos apelar, como o Luciano Huck, que não tinha mais nada a mostrar dos jogadores e começou a mostrar os pés deles...

E é por isso que eu digo... esse blog termina aqui. Com cara de poucos amigos.

Mas ele recomeça aqui:

Agora nós vamos falar de pessoas que aparecem sempre, mas que só aparecem quando não fazem merda, pois quando fazem a mídia omite. Homens que cresceram por dotes artísticos ou não e mulheres que apareceram por serem gostosas ou não serão o tema principal agora.

E nós temos bons motivos para migrarmos para a futilidade das celebridades:


1º - Celebridades estão sempre indo e vindo. Enquanto políticos duram duas ou até três gerações. Enquanto jogadores duram duas ou três copas. Celebridades podem até ser duradouras, mas a grande maioria não passa de um Cd ou de uma novela. Portanto, o repertório para discussão é grande.

2º - Falar de celebridades é tão engraçado, porque elas tomam atitudes deveras idiotas, e ainda servem de exemplos para influenciarem pessoas ainda mais idiotas. Principalmente aquelas que fazem sucesso apenas pelo seu corpo... não que eu esteja reclamando. Eu gosto é MUITO !

3º - Celebridades dá Ibope. Olha quanto a Revista Caras ganha só pra falar da vida alheia. E os programas de fofoca? E o Programa Pânico? Isso é um mercado muito lucrativo e procurado. Portanto, quem sabe assim consigamos alguns comentários... pertinentes... ou não



"Quem pode pode, quem não pode, faz igual nóis!"

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Frase do dia: “O telespectador é inteligente e não precisa de obviedade” (Fátima Bernardes, apresentadora, em contraste com a opinião domarido William Bonner, com quem divide a bancada do Jornal Nacional,que comparou o telespectador ao limitado Homer Simpson)

Realmente, Fátima, tão inteligentes quanto portas, digo... porcos, digo...

Eu concordo com o Bonner, definitivamente!

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